Grupos
Todo mundo que digitar o mesmo nome, no mesmo servidor, cai na mesma conversa. Os grupos ficam salvos na sua máquina e aparecem na coluna da esquerda na próxima abertura.
Três recursos: grupos, chat de voz e transmissão de tela. O áudio vai direto da sua máquina para a do outro — sem passar por servidor de ninguém. O instalador tem 1,61 MB.
Sem conta, sem cadastro, sem assinatura. Instala por usuário, não pede senha de administrador.
A maioria dos aplicativos de conversa embarca um navegador inteiro e um runtime de servidor só para desenhar botões. O CALL usa o WebView2 que já vem no seu Windows.
A barra do CALL está desenhada em escala real: é aquele fiapo à esquerda. Um instalador em Electron carrega o próprio Chromium e o Node; este aqui reaproveita o que o sistema já tem.
Não há chat, emoji, bot, quadro branco nem plano pago. A lista de recursos cabe em uma linha porque cada um deles precisou funcionar.
Todo mundo que digitar o mesmo nome, no mesmo servidor, cai na mesma conversa. Os grupos ficam salvos na sua máquina e aparecem na coluna da esquerda na próxima abertura.
Cancelamento de eco, supressão de ruído e ganho automático ligados de fábrica. Quem está falando acende na lista — medido pela energia real da onda, não por qualquer chiado de fundo.
Uma janela ou o monitor inteiro. O codificador é afinado para nitidez de texto em vez de fluidez, com teto de banda e de quadros para não fritar a CPU de quem transmite.
Ele troca os endereços e sai da frente. A partir daí, sua voz vai direto para a máquina do outro, cifrada de ponta a ponta pelo próprio WebRTC. Nenhum áudio passa por um intermediário.
Um clique em Hospedar sobe o servidor de sinalização naquela máquina, na porta 8787. Ele fecha junto com o aplicativo.
No formato ws://IP-DE-QUEM-HOSPEDA:8787. Na mesma rede,
é o IP local; pela internet, exige liberar a porta no roteador.
Mesmo nome de grupo, mesma conversa. O microfone é capturado na hora e a voz começa a fluir.
Quando sai uma versão nova, o aplicativo percebe e oferece a atualização ali mesmo, sem você sair de onde está. Um clique baixa, instala e reabre.
O pacote é assinado com uma chave que só existe na máquina de quem publica. Um instalador trocado no caminho é recusado antes de rodar — o aplicativo confere a assinatura contra a chave pública embutida nele.
Todo aplicativo tem limite. Estes são os do CALL, escritos antes de você descobrir sozinho.
Na mesma rede funciona direto. Fora dela, quem hospeda precisa de IP público e do redirecionamento da porta 8787 no roteador. Se a sua operadora usa CGNAT — comum em fibra e 4G no Brasil — isso não funciona sem um intermediário.
Há apenas STUN público. Se os dois lados estiverem atrás de NAT restritivo, os participantes se veem na lista mas a voz pode não passar. Um TURN próprio resolve, e o endereço se troca em uma linha do código.
A topologia é em malha: cada participante envia a própria mídia para todos os outros. Ótimo para um punhado de pessoas, ruim para uma plateia.
O Windows vai mostrar “O Windows protegeu o seu computador”. É preciso clicar em Mais informações → Executar assim mesmo. Assinatura de código custa caro; o código está aberto para quem quiser conferir.
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