Grupos com canais
Crie um grupo e compartilhe o código de convite. Dentro dele, categorias e canais — de texto e de voz — organizados por você. O grupo vive no servidor: fechar o aplicativo não apaga nada.
Quatro recursos: grupos com canais, chat de texto, chat de voz e transmissão de tela. O áudio vai direto da sua máquina para a do outro — sem passar por servidor de ninguém. O instalador tem 2,01 MB.
Sem conta, sem cadastro, sem assinatura. Instala por usuário, não pede senha de administrador.
A maioria dos aplicativos de conversa embarca um navegador inteiro e um runtime de servidor só para desenhar botões. O CALL usa o WebView2 que já vem no seu Windows.
A barra do CALL está desenhada em escala real: é aquele fiapo à esquerda. Um instalador em Electron carrega o próprio Chromium e o Node; este aqui reaproveita o que o sistema já tem.
Não há emoji, bot, quadro branco nem plano pago. A lista de recursos cabe em uma linha porque cada um deles precisou funcionar.
Crie um grupo e compartilhe o código de convite. Dentro dele, categorias e canais — de texto e de voz — organizados por você. O grupo vive no servidor: fechar o aplicativo não apaga nada.
Cada canal de texto guarda as últimas 500 mensagens, e quem chega depois recebe o histórico. Sem banco de dados no meio: são dois arquivos, e o servidor inteiro tem meio megabyte.
Cancelamento de eco, supressão de ruído e ganho automático ligados de fábrica. Quem está falando acende na lista — medido pela energia real da onda, não por qualquer chiado de fundo.
Uma janela ou o monitor inteiro. O codificador é afinado para nitidez de texto em vez de fluidez, com teto de banda e de quadros para não fritar a CPU de quem transmite.
Ele troca os endereços e sai da frente. A partir daí, sua voz vai direto para a máquina do outro, cifrada de ponta a ponta pelo próprio WebRTC. Nenhum áudio passa por um intermediário.
Não há nada a configurar. O aplicativo já vem apontado para o servidor oficial do CALL — ninguém precisa deixar máquina ligada nem passar IP para os amigos.
Em Usar um servidor próprio, cole outro endereço. Hospedar sobe um servidor nesta máquina, na porta 8787 — útil em rede local ou sem internet.
Quem cria recebe um código de dez caracteres para compartilhar. O microfone só é pedido ao entrar num canal de voz.
Quando sai uma versão nova, o aplicativo percebe e oferece a atualização ali mesmo, sem você sair de onde está. Um clique baixa, instala e reabre.
Antes de decidir, "Ver o que há de novo" mostra o que a versão traz — escrito para gente, organizado por blocos, na própria janela do CALL. O aviso deixa de ser uma ordem e vira uma escolha informada.
O pacote é assinado com uma chave que só existe na máquina de quem publica. Um instalador trocado no caminho é recusado antes de rodar — o aplicativo confere a assinatura contra a chave pública embutida nele.
Todo aplicativo tem limite. Estes são os do CALL, escritos antes de você descobrir sozinho.
Quem tem o código do convite entra, e é assim de propósito. Serve para um grupo de amigos, não para dados sensíveis. Quem precisar de controle roda o próprio servidor — só que aí, pela internet, volta a precisar de IP público e da porta 8787 aberta no roteador.
Há apenas STUN público. Se os dois lados estiverem atrás de NAT restritivo, os participantes se veem na lista mas a voz pode não passar. Um TURN próprio resolve, e o endereço se troca em uma linha do código.
A topologia é em malha: cada participante envia a própria mídia para todos os outros. Ótimo para um punhado de pessoas, ruim para uma plateia.
O Windows vai mostrar “O Windows protegeu o seu computador”. É preciso clicar em Mais informações → Executar assim mesmo. Assinatura de código custa caro; o código está aberto para quem quiser conferir.
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Baixar o CALL Windows ou navegadorSão o mesmo CALL, na mesma conta, nos mesmos grupos. Muda só a casca.